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Cada parte do ouvido tem um papel importante no fornecimento de informações sonoras ao cérebro. A perda auditiva é o resultado de danos a uma ou várias partes do ouvido externo, médio e interno. Com o tempo, a perda auditiva pode causar efeitos como ansiedade, isolamento social e depressão. Entretanto, a perda auditiva pode ser tratada. Segundo a OMS, 466 milhões de pessoas no mundo sofrem com problemas auditivos hoje em dia - sendo 34 milhões crianças -, enquanto há cinco anos o número total de casos era de 360 milhões. A organização também calculou que em 2030 o número de afetados poderia alcançar os 630 milhões.

Audição é um sentido de alerta que nos auxilia em nossa própria defesa. É essencial em nossas vidas, desempenhando um papel fundamental na comunicação humana. Além disso, a audição é o principal canal pelo qual a linguagem e a fala são desenvolvidas.
Uma boa audição é muito importante no nosso dia a dia. No entanto, geralmente, a audição só é valorizada apenas quando há a perda auditiva.
As pessoas costumam esperar de 5 a 7 anos entre os sintomas e a procura por ajuda profissional. Na maioria das vezes, a perda auditiva inicia-se de maneira gradual, sendo que geralmente a pessoa não percebe. Por isso, parentes, amigos ou colegas são geralmente os primeiros a notarem que há algo de errado.

Muitas pessoas portadoras de dificuldades auditivas, demoram para tomar atitude e isso pode tornar o problema ainda mais grave.

Afinal, quando eu devo procurar ajuda e começar a usar o aparelho auditivo?
A resposta é: mesmo quando a perda auditiva aparentemente não incomoda, a indicação para a utilização do dispositivo deve ser feita com base nos exames de diagnóstico, mesmo em casos de perda auditiva de grau leve. Ou seja, mesmo quando a audição está apenas começando a se deteriorar, os aparelhos auditivos ajudam a manter as vias neurais no cérebro ativas

Então, quanto maior a demora para aceitar os aparelhos auditivos, mais difícil será se adaptar quando você realmente precisar usá-los. Negligenciar para procurar ajuda é uma maneira de agravar o quadro da perda auditiva.
- Você ouve, mas tem dificuldade em entender;
- Sente como se as pessoas murmurassem;
- Dificuldade em conversas ao telefone;
- Solicita que as pessoas repitam o que foi dito;
- Sons como torneira pingando, tic-tac do relógio, seta do carro ficam mais difíceis para ouvir;
- Ouve melhor com apoio de leitura orofacial (observar o rosto do falante);
- As pessoas reclamam que você está falando muito alto;
- Aumenta muito a televisão ou o rádio;
- Dificuldade para ouvir em ambientes com ruído e/ou com muitas pessoas;
- Dificuldade para ouvir em grupo mesmo em ambiente que não tenha ruído competidor;
- Queixa de zumbido em um ou dois ouvidos;
- Dificuldades em vozes femininas;
- Se sente mais irritado ou depressivo;
- Evita situações sociais que já foram agradáveis;
- Falta de atenção;
- Dificuldades escolares;
- Dificuldade em reuniões.
Normalmente são causas de fácil tratamento. Excesso de cerúmen, infecção de ouvido (as famosas otites externas)
Causas mais comuns: otites médias podendo haver ou não secreção atrás do tímpano, perfurações timpânicas, otosclerose.

Este tipo de perda de audição ocorre quando as células ciliadas na orelha interna ficam danificadas. Isso impede a transmissão correta do som. Pode ser causada por exposição excessiva ao ruído, mas as causas mais comuns de perda auditiva neurossensorial são os processos naturais do envelhecimento.
Normalmente o tratamento para perda auditiva interna é o uso de aparelhos auditivos.


A orelha externa é formada pelo pavilhão auricular e pelo meato acústico externo. O meato acústico externo tem a função de conduzir os sons captados pela orelha para o tímpano.
A membrana timpânica vibra com o som. As vibrações sonoras se movem através dos ossículos (martelo, bigorna e estribo) para a cóclea.
Vibrações sonoras fazem o líquido na cóclea se mover. O movimento do fluído causa contração das células ciliadas. As células ciliadas criam sinais neurais elétricos que são captados pelo nervo auditivo. O nervo auditivo transmite os sinais para o cérebro.
Como funciona a audição
Perda auditiva
Principais sintomas da perda auditiva
Na orelha externa
Na orelha média
Na orelha interna
Possíveis causa da perda auditiva
Hereditariedade;
Envelhecimento;
Tumores;
Otites;
Medicamentos;
Algumas doenças;
Ruído excessivo;
Excesso de cerúmen.
Orelha externa
Orelha média
Orelha interna
A orelha humana é dividida em três partes: a externa, média, e a orelha interna.
Ocorre quando há alguma interferência na transmissão do som do ouvido externo até o ouvido interno. Normalmente, a perda auditiva é temporária, no entanto, é necessário ir ao médico otorrinolaringologista para detectar a causa e iniciar o tratamento mais adequado. Para tratamento da perda de audição condutiva pode ser indicado uso de medicamento, cirurgia e em alguns casos o uso de aparelhos auditivos.

Causas:
- Lesão no ouvido externo;
- Bloqueio do canal auditivo devido à cerúmen ou outros pequenos objetos como alimento, sangue ou insetos;
- Infecções no ouvido externo ou médio;
- Perfuração da membrana timpânica;
- Deformidades congênitas (por exemplo, Síndrome de Down, Síndrome de Franceschetti etc)
Ela ocorre no ouvido interno quando as células ciliadas da cóclea são danificadas e não conseguem transmitir impulsos elétricos ao cérebro ou quando o nervo auditivo sofre uma deterioração. A perda auditiva neurossensorial é um dos tipos de perda auditiva mais comuns de deficiência auditiva. É considerada uma perda irreversível. Entretanto, o uso de aparelhos auditivos é uma solução para quem sofre com o problema.


Causas:
- Hereditariedade;
- Prematuridade;
- Intercorrências durante o parto (anóxia);
- Meningite;
- Envelhecimento;
- Exposição a ruído excessivo;
- Infecções virais;
- Medicamentos Ototoxicos;
- Tumores
- Entre outros.
É uma combinação dos outros dois tipos de perda auditiva (condutiva e neurossensorial). As ondas sonoras não são transmitidas corretamente para a orelha interna que, por sua vez, não capta nem envia as mensagens sonoras adequadamente. O tratamento varia de acordo com a origem e grau do problema, podendo ser medicamentoso, cirúrgico ou com uso de aparelhos auditivos.
Tipos de perda auditiva
Perda auditiva condutiva
Perda auditiva neurossensorial
Perda auditiva mista
Diferentes níveis de perda auditiva são classificados em graus, dependendo da severidade, ou seja, dos tipos de perda auditiva.
- NORMAL (0 A 25 dBNA) ? A audição normal, permite que ouçamos todos os sons da fala. Ela permite a associação da fala, da audição, das relações entre os sons e das experiências vividas.

- LEVE (26 A 40 dBNA) ? Quando há perda auditiva leve, que ocorre entre 26 e 40 dB, a pessoa ouve os sons das vogais e muitas das consoantes como o f, s, p, t, k podem estar inaudíveis, assim como o tique-taque do relógio.

- MODERADO E MODERADAMENTE SEVERO (41 A 70 dBNA) ? Já na perda auditiva moderada, quase nenhum som da fala pode ser percebido em nível de voz natural. Apenas sons fortes como choros de crianças e o de aspirador de pó funcionando são audíveis. A comunicação com o mundo torna-se bastante limitada.

- SEVERA (71 A 90 dBNA) ? Se acontecer a perda auditiva severa, nenhum som de fala é audível em nível de conversação natural. Poucos sons podem ser entendidos, como latidos de cachorro, sons graves de piano ou o toque do telefone em volume máximo.

- PROFUNDA (> 91 dBNA) ?A perda auditiva profunda acontece acima de 90 dB e nenhum som é entendido. Se a alteração auditiva ocorrer desde o nascimento, a aquisição da fala e da linguagem pode ser atrasada ou não acontecer.Sons como o da serra elétrica, motocicletas e helicópteros podem ser captados. São candidatos ao uso de implante coclear.
Graus de perda auditiva
Diferentes níveis de perda auditiva são classificados em graus, dependendo da severidade, ou seja, dos tipos de perda auditiva.
Possíveis impactos da perda auditiva
- Queda de atenção;
- Diminuição no entendimento de fala;
- Problema ao conversar com outras pessoas;
- Diminuição de memória;
- Menos disposição para enfrentar uma situação desconhecida;
- Insegurança;
- Queda de performance no trabalho;
- Falta de reconhecimento de um som;
- Irritabilidade, estresse, depressão;
- Ausência de vida social, isolamento.
O primeiro passo para você ter conhecimento de como saber como está sua audição é procurar um otorrinolaringologista, médico especializado em doenças do ouvido, do nariz e seios paranasais, faringe, laringe, cabeça e pescoço. Ele fará uma avaliação geral da sua orelha e encaminhará possivelmente para realizar exames para avaliar sua audição.

Primeiramente o paciente realizará o exame de audiometria.  A audiometria é um exame realizado em cabina acústica e com fones de ouvido. É chamado de teste subjetivo pois depende diretamente das respostas da pessoa que está sendo testada. Ou seja, toda vez que a pessoa ouvir um som ela deve informar. Os ouvidos são testados separadamente. São testados desde os sons mais graves (?grossos?)  até  os mais agudos ( ?finos?). Até aqui avalia-se o quanto se ouve.  Há ainda uma segunda parte do exame onde o examinado deve repetir uma série de palavras. Essa parte chama-se Logoaudiometria e, de certa forma, num ambiente totalmente controlado (dentro da cabina, com fones de ouvido, som em determinada intensidade, com apenas uma pessoa falando), avalia-se o quanto se entende em condição ideal. Por esse motivo a audiometria é totalmente necessária e o primeiro passo para a escolha do aparelho auditivo mais adequado para cada paciente.

Se necessário geralmente outros tipos de exames também são solicitados, tais como a imitanciometria, PEATE etc.
Após os resultados dos exames, o otorrinolaringologista lhe recomendará um tratamento. Caso ele indique o uso do aparelho auditivo, você deve procurar uma empresa.
A Auditte Aparelhos Auditivos, conta com fonoaudiólogos reconhecidos pelo atendimento humanizado e de excelência e os aparelhos auditivos possuem a mais avançada tecnologia. Entre em contato teremos um enorme prazer em atende-lo.
Como saber se estou perdendo a audição
Cuidado com os fones de ouvido

Muitas pessoas (principalmente jovens) costumam utilizar os fones de ouvido no caminho para a escola, para o trabalho ou mesmo durante a prática de algumas atividades. Não estamos dizendo que o uso dos fones é proibido, mas sim que deve ser praticado com moderação.
O volume considerado seguro é de até 85 decibéis, que é o equivalente ao ruído produzido por uma avenida movimentada, por exemplo. Volumes mais fortes que isso ou mais de uma hora diária utilizando o fone são considerados comportamentos de risco para a saúde auditiva.


Use protetores auriculares sempre que necessário

Pessoas que trabalham em determinadas atividades que as expõem a ruídos devem usar protetores auriculares. Além de ser regulamentado por lei, o uso evita que o barulho prejudique a sua audição.
O equipamento é recomendado até mesmo para visitantes que irão permanecer por poucas horas no local do ruído.


Fique atento aos medicamentos que ingere

Antes de tomar um remédio, ainda que prescrito pelo médico, é importante ler a bula. Alguns medicamentos têm por efeito colateral um possível prejuízo à capacidade auditiva. Se este for o caso, tente evita-los. É importante lembrar que você não deve simplesmente parar de toma-los, mas sim conversar com o médico sobre outras possíveis alternativas para o tratamento.


Se você costuma usar cotonetes, reveja seus hábitos

Pesquisas mostram que a perfuração dos tímpanos está associada em larga escala ao uso de cotonetes para fazer a higiene auricular. É importante manter o órgão limpo, mas evitar o uso do cotonete diminui muito os riscos de danos à audição. Procure o otorrinolaringologista em casos de dúvidas.


Previna as inflamações dos ouvidos

Sempre que for nadar, use uma touca de proteção para impedir que a água penetre em seu ouvido.
Assoar o nariz sem fazer muita força, evitar a exposição ao odor de cigarros e a outras pessoas que estejam com um quadro de otite, também ajuda a evitar inflamações.


Vá ao médico periodicamente

Se você sente dores nos ouvidos, mesmo que sejam leves ou nota algum zumbido esporadicamente, é melhor procurar um médico.
Aliás, mesmo que você não apresente nenhum destes sintomas, é importante avaliar periodicamente a sua capacidade auditiva. Dessa forma, qualquer possível problema poderá ser tratado precocemente, quando talvez ainda seja possível de reverter o quadro.
Prevenção da perda auditiva
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